Laboratório Nacional
de Luz Síncrotron

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O Projeto Sirius

Sirius, a nova fonte de luz síncrotron brasileira, será a maior e mais complexa infraestrutura científica já construída no País e uma das primeiras fontes de luz síncrotron de 4ª geração do mundo. É planejada para colocar o Brasil na liderança mundial de produção de luz síncrotron e foi projetada para ter o maior brilho dentre todos os equipamentos na sua classe de energia.


Aceleradores de Elétrons

Para produzir luz síncrotron é necessário o uso de aceleradores de partículas, capazes de produzir e controlar o movimento de partículas carregadas de alta energia em velocidades próximas à velocidade da luz. Uma fonte de luz síncrotron é composta por dois conjuntos principais de aceleradores de partículas: um Sistema Injetor e um Anel de Armazenamento.


Obras Civis

Um dos maiores desafios do Sirius é a sua estabilidade dimensional, térmica e vibracional. Por isso, o prédio de 68 mil metros quadrados que abrigará os aceleradores de elétrons e as estações experimentais estará entre as obras civis mais sofisticadas já construídas no Brasil.

Gestão do Projeto

Sirius deve ser um equipamento no estado da arte das fontes de luz síncrotron. Isso requer, portanto, um rigoroso planejamento e acompanhamento de diferentes aspectos de gestão, como aquisição de materiais e equipamentos, análise de riscos, definição e monitoramento de cronograma e orçamento, recursos humanos e controle de qualidade.