Laboratório Nacional
de Luz Síncrotron

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Inauguração e Consolidação

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A primeira Fonte de Luz Síncrontron brasileira e do hemisfério sul começa a ser projetada em 1987 e é inaugurada 10 anos depois, em 1997. Saiba mais sobre a história do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron no período de 1997 até 2008.

 

 

< PROJETO E CONSTRUÇÃO: DE 1985 A 1996 EXPANSÃO: DE 2009 ATÉ HOJE >

LINHA DO TEMPO

1997 

Em primeiro de julho, a fonte de luz síncrotron UVX do LNLS é aberta às comunidades de ciência e tecnologia.

1997 

Em 22 de novembro acontece a inauguração oficial do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), com a presença de Fernando Henrique Cardoso, Presidente da República

1997 

Em novembro acontece a oitava reunião anual de usuários (RAU), a primeira após o início das operações da fonte de luz. Na época a RAU já contava com comunicações científicas que incluíam resultados experimentais obtidos no LNLS.

1998 

O LNLS deixa de existir como instituto do CNPq e se transforma na primeira instituição científica brasileira a ser administrada por uma Organização Social, a partir da criação da Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron – ABTLuS. A associação fica responsável pela gestão do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron.

1998 

Em 29 de janeiro é assinado o primeiro Contrato de Gestão entre o MCT e a ABTLuS, no gabinete do Ministro da Ciência e Tecnologia, em Brasília (DF). Na foto, da esquerda para a direita: Cylon Gonçalves da Silva, diretor do LNLS; Bresser Pereira, ministro da Administração e Reforma do Estado; e José Israel Vargas, ministro da Ciência e Tecnologia.

1998 

Vista parcial do campus, já com Alojamento de Visitantes, Prédio da Administração, Refeitório e Prédio Vermelho. Ainda neste ano, as estações experimentais de fluorescência de raios X (XRF) e de instrumentação (XRI) são comissionadas.

O LNLS também começa a implantação do Centro de Biologia Molecular e Estrutural (CeBiME) que mais tarde, em 2009, se tornaria o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio).

1999 

Em 22 de fevereiro o Laboratório de Microscopia Eletrônica (LME) é aberto a usuários, com o objetivo de atender áreas emergentes de pesquisa.

1999 

Vista aérea do campus, já com o Prédio destinado ao Centro de Biologia Molecular e Estrutural (CeBiME), cuja implantação havia sido iniciada no ano anterior

2000 

Técnicos trabalham na montagem do novo acelerador injetor, conhecido como Booster, com energia de 500 MeV. No Booster os elétrons ganham a energia necessária para que sejam depositados no Anel de Armazenamento. Ele também é responsável por aumentar a eficiência do processo de injeção dos elétrons no acelerador.

2000 

Primeira equipe do Centro de Biologia Molecular e Estrutural (CeBiME)

2001 

Em julho, José Antônio Brum assume como novo diretor da ABTLuS. A foto foto mostra o novo Diretor ao lado de Aldo Craievich (à esquerda) e Helio Tolentino (à direita) durante a 12ª Reunião Anual de Usuários do LNLS.

Ainda em 2001, ocorre a transferência do Laboratório de Microfabricação (LMF) do CPqD para o LNLS.

2002 

Início do comissionamento da linha DXAS de Espectroscopia por Absorção Dispersiva de Raios X, com abertura para usuários no ano seguinte

2003 

Tem-se a atualização do sistema de radiofrequência do UVX para que o anel de armazenamento pudesse comportar a futura instalação de dispositivos de inserção: equipamentos capazes de produzir um fluxo muito maior de luz síncrotron do que os dipolos de curvatura.

2003 

Ainda, houve a introdução de um novo modo de operação da fonte de luz síncrotron: o modo single-bunch ou modo de operação em pacote único. Neste modo de operação é possível realizar experimentos com resolução temporal da ordem de nanossegundos, aumentando assim o escopo dos experimentos possíveis de serem realizados no LNLS.

2003 

É apresentada pela primeira vez, durante a 13ª Reunião Anual de Usuários (RAU), a necessidade de iniciar os estudos sobre uma nova fonte de luz síncrotron

2005 

Acontece a instalação do primeiro dispositivo de inserção do anel de armazenamento do LNLS, um Wiggler hibrido multipolar de 2 Tesla.

2006 

Há a abertura para usuários da linha SAXS2 de Espalhamento de Raios X a baixos ângulos para os usuários.

2007 

Acontece a instalação do segundo dispositivo de inserção do UVX, um Ondulador de Polarização Elíptica (EPU) tipo Apple II. Foi também aberta para os usuários a linha XAFS2, segunda linha de estrutura fina de absorção de raios X.

2007 

Em dezembro, por decisão do Conselho de Administração, a pedido do então Ministro da Ciência e Tecnologia (MCT), a ABTLuS passa a incubar o Centro de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE).

2007 

Tem-se ainda o início dos estudos preliminares para construção de um novo anel de armazenamento de baixa emitância para o LNLS, provisoriamente chamada LNLS-2. Um relatório é enviado ao MCT e, com a aprovação e a alocação dos primeiros recursos financeiros, os estudos continuam.

2007 

Em março, há a inauguração do prédio César Lattes, especialmente concebido para abrigar microscópios eletrônicos de alto desempenho, entre outros laboratórios, e a criação do Centro de Nanociência e Nanotecnologia Cesar Lattes – C2Nano, vinculado ao LNLS.

2008 

Acontece o comissionamento e caracterização da linha de luz MX2 para cristalografia de proteínas – a primeira linha de luz do LNLS acoplada ao primeiro dispositivo de inserção (Wiggler) do UVX, o que significa maior fluxo de fótons e maior precisão em energia.


HISTÓRIA

1997

Em 1º de julho a fonte de luz síncrotron UVX é aberta à comunidade de ciência e tecnologia. Pouco antes, em abril, havia sido aberta a primeira chamada para que os pesquisadores desenvolvessem suas pesquisas no síncrotron.

Na época, a fonte contava com sete linhas de luz: Estrutura fina da absorção de raios X (XAS), espectroscopia de raios X moles (SXS), espalhamento de raios X a baixos ângulos (SAXS), difração de raios X (XRD), cristalografia de proteínas (PCR) e duas linhas de espectroscopia no ultravioleta.

Em 22 de novembro acontece a inauguração oficial do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), com a presença de Fernando Henrique Cardoso, Presidente da República

Em novembro acontece a oitava reunião anual de usuários (RAU), a primeira após o início das operações da fonte de luz. Na época a RAU já contava com comunicações científicas que incluíam resultados experimentais obtidos no LNLS.

1998

O LNLS deixa de existir como instituto do CNPq e se transforma na primeira instituição científica brasileira a ser administrada por uma Organização Social, a partir da criação da Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron – ABTLuS. A associação fica responsável pela gestão do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron.

Em 29 de janeiro é assinado o primeiro Contrato de Gestão entre o MCT e a ABTLuS, no gabinete do Ministro da Ciência e Tecnologia, em Brasília (DF). Na foto, da esquerda para a direita: Cylon Gonçalves da Silva, diretor do LNLS; Bresser Pereira, ministro da Administração e Reforma do Estado; e José Israel Vargas, ministro da Ciência e Tecnologia.

Vista parcial do campus, já com Alojamento de Visitantes, Prédio da Administração, Refeitório e Prédio Vermelho. Ainda neste ano, as estações experimentais de fluorescência de raios X (XRF) e de instrumentação (XRI) são comissionadas.

O LNLS também começa a implantação do Centro de Biologia Molecular e Estrutural (CeBiME) que mais tarde, em 2009, se tornaria o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio).

1999

Em 1999, atendendo a demanda dos usuários, a linha de instrumentação é adaptada em uma nova linha de difração de raios X (XRD2), e uma linha dedicada à litografia de raios X e UV (XRL) é construída, totalizando 10 linhas de luz.

Em 22 de fevereiro o Laboratório de Microscopia Eletrônica (LME) é aberto a usuários, com o objetivo de atender áreas emergentes de pesquisa.

Vista aérea do campus, já com o Prédio destinado ao Centro de Biologia Molecular e Estrutural (CeBiME), cuja implantação havia sido iniciada no ano anterior

2000

Técnicos trabalham na montagem do novo acelerador injetor, conhecido como Booster, com energia de 500 MeV. No Booster os elétrons ganham a energia necessária para que sejam depositados no Anel de Armazenamento. Ele também é responsável por aumentar a eficiência do processo de injeção dos elétrons no acelerador.

Primeira equipe do Centro de Biologia Molecular e Estrutural (CeBiME)

2001

Conclui-se o comissionamento do novo acelerador injetor de 500 MeV. O início das operações do novo injetor apenas 3 anos após o início de seu projeto e a um custo consideravelmente menor que o praticado no mercado internacional demonstraram a consolidação da capacidade técnica de engenharia de aceleradores disponível no LNLS.

Em julho, José Antônio Brum assume como novo diretor da ABTLuS. A foto foto mostra o novo Diretor ao lado de Aldo Craievich (à esquerda) e Helio Tolentino (à direita) durante a 12ª Reunião Anual de Usuários do LNLS.

Ainda em 2001, ocorre a transferência do Laboratório de Microfabricação (LMF) do CPqD para o LNLS.

2002

Início do comissionamento da linha DXAS de Espectroscopia por Absorção Dispersiva de Raios X, com abertura para usuários no ano seguinte

2003

Tem-se a atualização do sistema de radiofrequência do UVX para que o anel de armazenamento pudesse comportar a futura instalação de dispositivos de inserção: equipamentos capazes de produzir um fluxo muito maior de luz síncrotron do que os dipolos de curvatura.

Ainda, houve a introdução de um novo modo de operação da fonte de luz síncrotron: o modo single-bunch ou modo de operação em pacote único. Neste modo de operação é possível realizar experimentos com resolução temporal da ordem de nanossegundos, aumentando assim o escopo dos experimentos possíveis de serem realizados no LNLS.

É apresentada pela primeira vez, durante a 13ª Reunião Anual de Usuários (RAU), a necessidade de iniciar os estudos sobre uma nova fonte de luz síncrotron

2004

Há a abertura de uma nova linha de luz para usuários, XPD, dedicada a Difração de Raios X em Policristais, atendendo as demandas de uma crescente comunidade de usuários dessa técnica.

2005

Acontece a instalação do primeiro dispositivo de inserção do anel de armazenamento do LNLS, um Wiggler hibrido multipolar de 2 Tesla.

2006

Encerra-se a implementação do novo sistema de blindagem e proteção radiológica da Fonte de Luz Síncrotron, melhorando as condições de trabalho dos usuários da fonte de luz síncrotron permitindo a permanência dos usuários no hall experimental mesmo durante os períodos de injeção de elétrons, já no início de 2007.

Há a abertura para usuários da linha SAXS2 de Espalhamento de Raios X a baixos ângulos para os usuários.

2007

Acontece a instalação do segundo dispositivo de inserção do UVX, um Ondulador de Polarização Elíptica (EPU) tipo Apple II. Foi também aberta para os usuários a linha XAFS2, segunda linha de estrutura fina de absorção de raios X.

Em dezembro, por decisão do Conselho de Administração, a pedido do então Ministro da Ciência e Tecnologia (MCT), a ABTLuS passa a incubar o Centro de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE).

Tem-se ainda o início dos estudos preliminares para construção de um novo anel de armazenamento de baixa emitância para o LNLS, provisoriamente chamada LNLS-2. Um relatório é enviado ao MCT e, com a aprovação e a alocação dos primeiros recursos financeiros, os estudos continuam.

Em março, há a inauguração do prédio César Lattes, especialmente concebido para abrigar microscópios eletrônicos de alto desempenho, entre outros laboratórios, e a criação do Centro de Nanociência e Nanotecnologia Cesar Lattes – C2Nano, vinculado ao LNLS.

2008

Acontece o comissionamento e caracterização da linha de luz MX2 para cristalografia de proteínas – a primeira linha de luz do LNLS acoplada ao primeiro dispositivo de inserção (Wiggler) do UVX, o que significa maior fluxo de fótons e maior precisão em energia.