Laboratório Nacional
de Luz Síncrotron

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Expansão

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A primeira Fonte de Luz Síncrontron brasileira e do hemisfério sul começa a ser projetada em 1987 e é inaugurada 10 anos depois, em 1997. Saiba, abaixo, mais sobre a história do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron no período de 2009 até hoje.

 

 

< INAUGURAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO: DE 1997 A 2008

LINHA DO TEMPO

2009 

Reestruturação do LNLS e dos centros de pesquisa a ele vinculados. O campus assume o nome de Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), sob gestão da ABTLuS.

2010 

Após concurso interno, o projeto LNLS-2 é renomeado Sirius, a estrela mais brilhante do céu noturno.

2011 

Concepção artística mostra como seria o prédio de Sirius, a nova Fonte de Luz Síncrotron Brasileira.

O projeto da época previa uma fonte de luz de terceira geração, que posteriormente foi redesenhada como um equipamento ainda mais moderno.

2011 

Juntamente com investimentos na modernização das linhas de luz, tem início a construção de um novo prédio administrativo do LNLS, no campus do CNPEM.

2011 

Visão geral do campus com seus quatro Laboratórios Nacionais, agora reunidos sob o nome de Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM).

No ano seguinte, a Organização Social ABTLuS muda de nome para CNPEM, refletindo a reestruturação do centro iniciada anos antes.

2013 

Uma extensão do terreno adjacente ao CNPEM é desapropriada pelo Governo do Estado de São Paulo para construção do Sirius.

2014 

Conclui-se as obras de terraplanagem e o projeto executivo das edificações do Sirius.

2014 

No dia 19 de dezembro, há o lançamento da pedra fundamental, com obras civis previstas para durar 40 meses.

2014 

Sirius passa a ser considerado pela comunidade científica internacional como uma máquina de quarta-geração, na vanguarda da tecnologia síncrotron.

Há apenas duas fontes de luz de quarta geração no mundo: O Sirius e o síncrotron sueco MAX IV. A imagem mostra o novo projeto arquitetônico do Sirius.

2015 

Em janeiro são iniciadas as obras das edificações para a nova Fonte de Luz Síncrotron Sirius. Na foto é mostrado o estado das obras civis em junho de 2015.

2015 

Ao final do ano, são completados quase 20% das obras do Sirius.

2017 

Durante este ano acontece a maior parte do desenvolvimento e fabricação de componentes dos aceleradores de das linhas de luz do Sirius por empresas brasileiras.

2017 

Em maio, o Projeto Sirius ultrapassa o marco de metade das obras civis já completas.


HISTÓRIA

2009

Acontece a reestruturação do LNLS e dos centros de pesquisa vinculados a ele. O campus assume o nome de Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), sob gestão da ABTLuS.

O centro passa então a comportar três Laboratórios Nacionais: o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), o Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (sendo mantida a sigla CTBE) e o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), nova denominação do CeBiME. O C2NANO, por sua vez, continua como centro vinculado ao LNLS.

Em fevereiro e agosto, foram realizados dois Workshops com usuários para se debater características da nova Fonte de Luz Síncrotron.

É definida a energia dos elétrons em 3 GeV, e alguns dos parâmetros básicos essenciais para o desenvolvimento do primeiro projeto básico da nova Fonte.

2010

Após concurso interno, o projeto LNLS-2 é renomeado Sirius, a estrela mais brilhante do céu noturno. Há avanços nas definições do projeto e se inicia a busca por uma área apropriada para obras civis necessárias à instalação da nova fonte de luz.

2011

Concepção artística mostra como seria o prédio de Sirius, a nova Fonte de Luz Síncrotron Brasileira.

O projeto da época previa uma fonte de luz de terceira geração, que posteriormente foi redesenhada como um equipamento ainda mais moderno.

Juntamente com investimentos na modernização das linhas de luz, tem início a construção de um novo prédio administrativo do LNLS, no campus do CNPEM, anexo ao prédio da fonte de luz síncrotron, o que facilitou o acesso dos funcionários e usuários às instalações.
 

Neste ano há ainda o comissionamento da linha de luz PGM.

Visão geral do campus com seus quatro Laboratórios Nacionais, agora reunidos sob o nome de Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM).

No ano seguinte, a Organização Social ABTLuS muda de nome para CNPEM, refletindo a reestruturação do centro iniciada anos antes.

É criado o Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano), que passa a fazer parte do CNPEM.

O Laboratório surge a partir de três unidades do C2NANO anteriormente vinculadas ao LNLS – o Laboratório de Microscopia Eletrônica (LME), o Laboratório de Microscopia de Tunelamento e Força Atômica (MTA) e o Laboratório de Microfabricação (LMF).

2012

O primeiro projeto do Sirius é apresentado ao comitê internacional de especialistas, que recomenda um equipamento mais ousado. O Sirius é redesenhado e o projeto indica a possibilidade de se chegar à menor emitância do mundo em sua classe de energia.

É concluído o comissionamento da linha de luz IMX, focada na tomografia de raios-X com resolução milimétrica, e no ano seguinte a linha é aberta ao público.

2013

Uma extensão do terreno adjacente ao CNPEM é desapropriada pelo Governo do Estado de São Paulo para construção do Sirius.

Conclui-se o comissionamento da linha XDS, baseada no terceiro dispositivo de inserção da fonte de luz síncrotron, um Wiggler Supercondutor. A linha é aberta aos usuários no segundo semestre.

2014

Conclui-se as obras de terraplanagem e o projeto executivo das edificações do Sirius.

No dia 19 de dezembro, há o lançamento da pedra fundamental, com obras civis previstas para durar 40 meses.

Sirius passa a ser considerado pela comunidade científica internacional como uma máquina de quarta-geração, na vanguarda da tecnologia síncrotron.

Há apenas duas fontes de luz de quarta geração no mundo: O Sirius e o síncrotron sueco MAX IV. A imagem mostra o novo projeto arquitetônico do Sirius.

É comissionada uma nova instalação de linha de luz no UVX, a linha de luz IR, dedicada espectroscopia no infravermelho.

2015

Em janeiro são iniciadas as obras das edificações para a nova Fonte de Luz Síncrotron Sirius. Na foto é mostrado o estado das obras civis em junho de 2015.

Ao final do ano, são completados quase 20% das obras do Sirius.

2017

Durante este ano acontece a maior parte do desenvolvimento e fabricação de componentes dos aceleradores de das linhas de luz do Sirius por empresas brasileiras. As fotos mostram as câmaras de vácuo e os ímãs do Sirius já entregues e em testes no LNLS.

Em maio, o Projeto Sirius ultrapassa o marco de metade das obras civis já completas.